quinta-feira, 31 de julho de 2008
Batman - O cavaleiro das Trevas, o filme
Acho q não é exagero em falar que o Batman é um dos principais super-herois q temos na cultura popular (multimidiatica) em virtude de toda sua construção e carga mitica. Acho q o Batman Beggins é um ensaio, quase um trailer para o senhor Nolan conhecer no q está mexendo, assim como o Christian Bale e outros. Neste Cavaleiro das Trevas, ele amadureceu e mostrou-se tão talentoso e, principalmente, tão conhecedor do univeros e da significação do q é o Batman quanto foi Miller nas HQs durante os anos 80. Batman não é um herói, é uma força da natureza, uma manifestação personificada da realidade que vivemos e ele reage de acordo com os fatos. Porém, Batman é uma força de ordem (as vezes quase intolerante)que ve seu poder controlador disperso na personificação do caos que ´o Coringa. Só mesmo um promotor incorruptível, maniqueísta como o Harvey poderia ser aliado do homem-morcego. Porém, sua tentativa de trazer ordem onde não há, de encontrar sentido onde não tem, o leva ao universos do Coringa. Sempre vi o Batman como uma força q quer moldar o mundo do jeito que acha (tem certeza, alias) q deve ser; o Coringa é o caos destrutivo que vira e mexe da uma reviravolta na existência. Acho q definirmos quem é herói e quem é vilão, é minimizar tamanho drama mitológico da mídia moderna.
terça-feira, 10 de junho de 2008
O valor intriseco dentro da vida acadêmica
Outro dia conversava com minha esposa sobre o retorno que há em uma vida acadêmica.
Há muitos anos que dou aulas. Inicialemente foi como mais uma alternativa de rendimento, mas logo fui tomando gosto pelo ato de ensinar.
Naturalmente, busquei crescimento nesta atividade, buscando melhores locais para dar aula e novos conhecimentos para melhorar minha perfomance como professor.
Bem, meu interesse em ensinar me levou ao ensino superior. E diante deste novo panorama, retomei um velho projeto: o mestrado.
Auxiliado por duas grandes pessoas (a quem sempre serei grato), meu grande amigo Alberto Pessoa e o Prof. Elydio do Santos, montei meu pré projeto de pesquisa e ingressei na Universidade Metodista dentro do programa de Mestrado de Comunicação Social.
Quando fazemos esse tipo de opção nos deparamos com um mundo totalmente novo. Um mundo no qual o real valor é o conhecimento. Da noite para o dia me deparei com uma avalancha aterradora de textos, livros, artigos e novos códigos de convívio.
Não tem como permanecer o mesmo quando se adentra a academia, nos tornamos um pesquisador, e passamos a viver em um mundo totalmente diferente. Um mundo com seus heróis, seus mentores, seus reis e seus vilões também, por que não?
Neste mundo, passamos a ver a realidade com olhos diferentes, mais críticos e passamos a correr atrás de um tesouro diferente: o conhecimento, nosso capital intelectual.
Nosso caminho na academia deve nos levar (se aguentarmos o tranco e perseverarmos) cada vez mais para o alto: mestrado, doutorado, pós-doutorado, Phd ..., e vamos acumulando cada vez capital intelectual.
Dentro desta trajetória, muitas vezes nos deparamos com o papel de professor, um oficio antigo e que carrega respeito e significação milenares. O papel do professor (bastante judiado mas ainda quase mitico) é o de detentor e multiplicador de conhecimento. Um guru, uma especie de mentor. Por isso mesmo, agrega um carga simbolica indiscutivel e uma valor próprio.
Ironicamente, muitas vezes nos encontramos num patamar economico pouco confortavel dentro da sociedade , inclusive em relação aos próprios alunos. Porém , dentro da sala de aula ocupamos o topo da cadeia, como detentores maiores do capital em questão, o intelectual.
Mas não pense que essa relação mitica de poder é nossa motivação.
Como qualquer cidadão, buscamos realização e um recompensa, que na vida de um pesquisador vem na forma de publicações, livros, artigos, conferências, e , principalmente, a descoberta de novos conhecimentos.
Não quero passar a impressão que é um mundo cor-de-rosa, no qual tudo são flores, principalmente num pais como o Brasil, onde ser pesquisador muitas vezes é uma tarefa herculea e ser professor pode ser significado de masoquismo. A rotina academica é massacrante e nos deparamos com situações desagradaveis muito frequentemente, alérm de escolhas dificeis e muitos deficts em nossa vida pessoal. (por isso é importante ter muita estrutura psicológica)
Nem sempre o retorno econômico vem na mesma medida que o retorno intelectual. E pesquisador/professor também precisa comer , morar e se vestir... e cabe uma grande pergunta que ainda não sei responder ao certo: se esse capital intelectual se traduz em capital financeiro...
Contudo, digo que é uma opção de vida apaixonante e que vale a pena trilhar e tentar responder com uma final feliz a esta pergunta.
abs
Há muitos anos que dou aulas. Inicialemente foi como mais uma alternativa de rendimento, mas logo fui tomando gosto pelo ato de ensinar.
Naturalmente, busquei crescimento nesta atividade, buscando melhores locais para dar aula e novos conhecimentos para melhorar minha perfomance como professor.
Bem, meu interesse em ensinar me levou ao ensino superior. E diante deste novo panorama, retomei um velho projeto: o mestrado.
Auxiliado por duas grandes pessoas (a quem sempre serei grato), meu grande amigo Alberto Pessoa e o Prof. Elydio do Santos, montei meu pré projeto de pesquisa e ingressei na Universidade Metodista dentro do programa de Mestrado de Comunicação Social.
Quando fazemos esse tipo de opção nos deparamos com um mundo totalmente novo. Um mundo no qual o real valor é o conhecimento. Da noite para o dia me deparei com uma avalancha aterradora de textos, livros, artigos e novos códigos de convívio.
Não tem como permanecer o mesmo quando se adentra a academia, nos tornamos um pesquisador, e passamos a viver em um mundo totalmente diferente. Um mundo com seus heróis, seus mentores, seus reis e seus vilões também, por que não?
Neste mundo, passamos a ver a realidade com olhos diferentes, mais críticos e passamos a correr atrás de um tesouro diferente: o conhecimento, nosso capital intelectual.
Nosso caminho na academia deve nos levar (se aguentarmos o tranco e perseverarmos) cada vez mais para o alto: mestrado, doutorado, pós-doutorado, Phd ..., e vamos acumulando cada vez capital intelectual.
Dentro desta trajetória, muitas vezes nos deparamos com o papel de professor, um oficio antigo e que carrega respeito e significação milenares. O papel do professor (bastante judiado mas ainda quase mitico) é o de detentor e multiplicador de conhecimento. Um guru, uma especie de mentor. Por isso mesmo, agrega um carga simbolica indiscutivel e uma valor próprio.
Ironicamente, muitas vezes nos encontramos num patamar economico pouco confortavel dentro da sociedade , inclusive em relação aos próprios alunos. Porém , dentro da sala de aula ocupamos o topo da cadeia, como detentores maiores do capital em questão, o intelectual.
Mas não pense que essa relação mitica de poder é nossa motivação.
Como qualquer cidadão, buscamos realização e um recompensa, que na vida de um pesquisador vem na forma de publicações, livros, artigos, conferências, e , principalmente, a descoberta de novos conhecimentos.
Não quero passar a impressão que é um mundo cor-de-rosa, no qual tudo são flores, principalmente num pais como o Brasil, onde ser pesquisador muitas vezes é uma tarefa herculea e ser professor pode ser significado de masoquismo. A rotina academica é massacrante e nos deparamos com situações desagradaveis muito frequentemente, alérm de escolhas dificeis e muitos deficts em nossa vida pessoal. (por isso é importante ter muita estrutura psicológica)
Nem sempre o retorno econômico vem na mesma medida que o retorno intelectual. E pesquisador/professor também precisa comer , morar e se vestir... e cabe uma grande pergunta que ainda não sei responder ao certo: se esse capital intelectual se traduz em capital financeiro...
Contudo, digo que é uma opção de vida apaixonante e que vale a pena trilhar e tentar responder com uma final feliz a esta pergunta.
abs
terça-feira, 20 de maio de 2008
O que acontece com o mundo?
Hoje estava almoçando com duas colegas minhas do Mestrado, quando entramos no assunto sobre Big Brother, O Aprendriz e outros reality shows que andam muito na moda. Confesso que me espanta o sucesso que tais programas fazem, pois eles enfatizam e promovem o que considero pior no ser-humano e nas relações sociais.
Esses programas se caracterizam por dispustas entre os participantes, em vista de uma pomposo prêmio em dinheiro (no caso do Aprendiz também uma polpuda sociedade com o Justus), primando pela concorrência a qualquer preço, o individualismo exarcebado e a primazia de valores materiais.
Esses programas se caracterizam por dispustas entre os participantes, em vista de uma pomposo prêmio em dinheiro (no caso do Aprendiz também uma polpuda sociedade com o Justus), primando pela concorrência a qualquer preço, o individualismo exarcebado e a primazia de valores materiais.
Sei que essa minha postura é um tanto quanto ingênua e até estranha vinda de um profissional de mídia e mestrando de comunicação, porém, dia-a-dia vejo uma corrida insana atrás de se ser o "primeiro", o "melhor", o "maior", e cada vez as regras de disputa escorregam por vias menos éticas. O segundo colocado é conhecido como o primeiro a perder !! E as justificativas para isso, que são muitas, resumem-se a um "a vida é assim...".
Mas será que tem de ser? Temos mesmo de viver essa corrida ao "sucesso" individual a qualquer preço? Será que não estamos vivendo uma exigência muito grande e esqucendo de valores coletivos e mais espiritualizados? Por que o mundo se transformou nessa corrida de fórmula 1 rumo ao topo?
Aquele que não é primeiro é taxado de fracassado, ordinário, só mais um e com isso milhares de pessoas afundam em neuroses perfeccionistas, cultos a imagens idealizadas de beleza e sucesso, e uma preconceito àqueles que não atingem os patamares cada vez mais exigentes de sucesso.
Isso me preocupa, sobretudo, em relação às crianças, pois a infância torna-se cada vez mais curta em benefício de aprendizados com vista ao mercado de trabalho. Não educamos nossas crianças, as adestramos. E o pior, dentro de valores deturpados de imagem, sucesso e prioridades.
Não sei quais serão os efeitos disso, mas não vejo com bons olhos o mundo em que vivemos.
abs
Espaço no Comicspace
Neste mês que sai minha primeira publicação na terras do Tio Sam, (http://www.idea-men.us/if2_gallery.html) eu e o Alberto Pessoa também criamos um espaço no comicspce, um tipo de orkut de HQ. O endereço é http://www.comicspace.com/wolfcomics/.
abs
Mancuso
abs
Mancuso
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Post de Estréia
Olá
Este é o post de estréia.
Deste muito pequeno sempre fui de questionar tudo ao meu redor, uma curiosidade enorme em entender o significado e razão das coisas ao meu redor. Dentro da minha fortaleza da solidão, travava grandes debates tentando perscrutar o mundo.
Um eterno inconformismo.
Claro, que com o tempo, com o passar dos anos, adquire novos conhecimentos, ganhei experiência e tomei muita paulada da vida.
Resolvi montar esse blog para escrever minhas duvidas e minhas idéias. Nada pretensioso do tipo mudar o mundo , nem espero que as pessoas leiam.
Mas é o que me levou a isso foi a sedução pelo universo imensuravel , e ainda em franca expansão, da internet. A sedução de publicar o que penso, sem censura e sem medo, sobre tudo e todos.
Não espero nada mas sinto que é algo que deveria fazer.
abraços
Mario Mancuso
Este é o post de estréia.
Deste muito pequeno sempre fui de questionar tudo ao meu redor, uma curiosidade enorme em entender o significado e razão das coisas ao meu redor. Dentro da minha fortaleza da solidão, travava grandes debates tentando perscrutar o mundo.
Um eterno inconformismo.
Claro, que com o tempo, com o passar dos anos, adquire novos conhecimentos, ganhei experiência e tomei muita paulada da vida.
Resolvi montar esse blog para escrever minhas duvidas e minhas idéias. Nada pretensioso do tipo mudar o mundo , nem espero que as pessoas leiam.
Mas é o que me levou a isso foi a sedução pelo universo imensuravel , e ainda em franca expansão, da internet. A sedução de publicar o que penso, sem censura e sem medo, sobre tudo e todos.
Não espero nada mas sinto que é algo que deveria fazer.
abraços
Mario Mancuso
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