Ontem (31/08) fui a uma interessante palestra com Edson Rossi, Diretor de Conteúdo do Portal Terra sobre Tendências na produção e interação com o usuário em portais multimídia. Edson trabalhou muitos anos com mídia impressa (estava nos últimos tempos na Abril) e somente há dez meses integra o time do Terra. Isto é muito interessante, pois permitiu uma visão comparativa entre veículos de mídia impressa e os grandes portais de mídia eletrônica.
A palestra foi muito esclarecedora, apresentando algumas tendências que suscitam questionamentos bastante pertinentes. Apresentarei um por post, comentando-os.
Vamos ao primeiro:
Você Repórter – Este é um canal da Terra no qual as pessoas mandam fotos, textos ou sugestões de pautas as quais são checadas e inclusas no portal. Segundo Rossi, diariamente eles recebem um número grande de contribuições de internautas (via diversos canais como telefone celular, por exemplo).
Este tipo de serviço tem um custo muito baixo para o veículo de mídia uma vez que o colaborador não é pago (ele tem a opção de contribuir ou não ou, como foi dito, “o conteúdo colaborativo é por definição gratuito”) e vem se propagando mais em mais em portais digitais e mídias tradicionais também. Os direitos autorais são todos cedidos ao veículo e, por mais que alguns sejam contra e que isso gere discussão (até que ponto é ético utilizar o material de outro sem remuneração e com retenção de DAs, mesmo que de comum acordo?), está tendência se apóia no desejo - e numa certa vaidade - de participar da difusão da notícia. Estes estímulos (uma pessoa comum ver seu nome num grande portal de notícias como autor de um furo qualquer) são fortes demais para serem derrubados pelos argumentos em contrário: é fato.
Considero prematuras avaliações de que esta prática colaborativa de público irá minar o emprego de jornalistas ou de profissionais ligados, como ilustradores e fotógrafos. Não devemos esquecer que o material enviado é em sua grande maioria amador e repleto de imperfeições, havendo sempre a necessidade de revisões, apurações e também que este material constituí peça complementar do portal.
Não estou fazendo campanha contra nem a favor. Confesso que preciso avaliar mais. A única certeza é que a internet mudou, está mudando e ainda mudará mais as formas de comunicação e disseminação da informação. Esta mudança ocorrerá em todas as esferas: social, econômica e profissional. Novas formas surgem e novos modelos de serviços e de ganhos. Ao mesmo tempo, o cidadão comum tem a oportunidade, como nunca houve antes na história do homem, de intervir no registro e na divulgação de informações, o que é extremamente sedutor, e os conglomerados de mídia sabem disso.
Por enquanto é isso, depois falo sobre as outras tendências.
abraços
terça-feira, 1 de setembro de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
O consumo
Bom dia, pessoal
Devido meu mestrado, tenho lido muitos livros sobre marketing e mídia e me deparei várias vezes com autores que colocam a propaganda, principalmente quando voltada para crianças , como o quinto cavaleiro do Apocalipse, o prenúncio do fim do mundo. Autoras como a psicóloga norte-americana Susan Linn, acusam as grandes corporações, entre elas a Mattel (proprietária da boneca Barbie) e o McDonalds de serem extremamente danosos e displicentes em relação ao consumo infantil. Reconheço q não compartilho desta visão, não consigo achar o consumo tão ruim assim e pensar nisso me causou um certo mal estar.
Sou um consumista nato, adoro gastar, principalmente com "brinquedinhos" eletrônicos e DVDs. Adoro fazer compras e desde pequeno sou assim, inclusive preocupado com marcas e tal. Hoje estudando sei q sou... afetado pelo consumo, pela indústria do marketing. ou o cliente dos sonhos de qualquer empresa... Talvez por isso não consiga achar tão danosa esta mesma indústria e todas suas implicações.
Contudo, não posso deixar de pensar que existe algo de ingénuo nisso tudo. Frequentemente, quando leio estes textos (e outros similares, como os da ala da sustentabilidade), não consigo deixar de pensar q tudo parece meio maniqueísta. A própria Susan Linn coloca várias vezes que os pais não tem a menos chance contra uma indústria de bilhões de dólares!! Parece q existem somente dois pontos na questão: de uma lado o probre cidadão comum, manipulado sem parar, dia após a dia, todas as horas, em todos os lugares; do outro, as demoníacas hordas do capitalismo na forma de empresas impiedosas e seus agentes de marketing e suas propagandas coloridas que tentam empurrar guela abaixo qualquer produto, necessários ou não, saudável ou não...
Me recuso acreditar que seja só isso. Não acho o capitalismo ruim, pelo menos não completamente. Outras formas de se viver mostraram-se ineficientes e ineficazes.
Claro que também não acredito que as grandes corporações sejam inocentes. Trabalhei em um multinacional durante cinco anos e sei como é lá dentro. Acompanho diversas pessoas (atendidas pela minha esposa) que sofrem dentro destas empresas onde o lucro vem acima de absolutamente tudo.
Contudo, o mundo não é branco e preto, certo e errado somente. Ele é feito de muitos tons de cinza. E os efeitos de politicas corporativas variam de lugar pra lugar. Provavelmente nos EUA, terra da Dra Linn, sejam muito mais nefastos. A cultura americana é cheia de excessos negativos e o consumo reflete isso também. Aqui no nosso Brasil, temos vários níveis mas não acredito, sinceramente, que o mundo seria melhor sem o consumo, a propaganda, o marketing...
Alias, sei que muitos q lêem meus posts e outros que não, sonham em ter seu próprio negócio, em serem empresários e terão de lidar com estes mesmo dilemas. talvez muito entrem na ilusão de que "eu serei diferente" ou "meu produto faz bema todos..." e aprenderemos todos que uma situação é feita de vários lados.
Pra encerrar, uma questão q concordo com os críticos é quanto a limites éticos e morais, mas isso deixo pra outra ocasião...
abraços
Devido meu mestrado, tenho lido muitos livros sobre marketing e mídia e me deparei várias vezes com autores que colocam a propaganda, principalmente quando voltada para crianças , como o quinto cavaleiro do Apocalipse, o prenúncio do fim do mundo. Autoras como a psicóloga norte-americana Susan Linn, acusam as grandes corporações, entre elas a Mattel (proprietária da boneca Barbie) e o McDonalds de serem extremamente danosos e displicentes em relação ao consumo infantil. Reconheço q não compartilho desta visão, não consigo achar o consumo tão ruim assim e pensar nisso me causou um certo mal estar.
Sou um consumista nato, adoro gastar, principalmente com "brinquedinhos" eletrônicos e DVDs. Adoro fazer compras e desde pequeno sou assim, inclusive preocupado com marcas e tal. Hoje estudando sei q sou... afetado pelo consumo, pela indústria do marketing. ou o cliente dos sonhos de qualquer empresa... Talvez por isso não consiga achar tão danosa esta mesma indústria e todas suas implicações.
Contudo, não posso deixar de pensar que existe algo de ingénuo nisso tudo. Frequentemente, quando leio estes textos (e outros similares, como os da ala da sustentabilidade), não consigo deixar de pensar q tudo parece meio maniqueísta. A própria Susan Linn coloca várias vezes que os pais não tem a menos chance contra uma indústria de bilhões de dólares!! Parece q existem somente dois pontos na questão: de uma lado o probre cidadão comum, manipulado sem parar, dia após a dia, todas as horas, em todos os lugares; do outro, as demoníacas hordas do capitalismo na forma de empresas impiedosas e seus agentes de marketing e suas propagandas coloridas que tentam empurrar guela abaixo qualquer produto, necessários ou não, saudável ou não...
Me recuso acreditar que seja só isso. Não acho o capitalismo ruim, pelo menos não completamente. Outras formas de se viver mostraram-se ineficientes e ineficazes.
Claro que também não acredito que as grandes corporações sejam inocentes. Trabalhei em um multinacional durante cinco anos e sei como é lá dentro. Acompanho diversas pessoas (atendidas pela minha esposa) que sofrem dentro destas empresas onde o lucro vem acima de absolutamente tudo.
Contudo, o mundo não é branco e preto, certo e errado somente. Ele é feito de muitos tons de cinza. E os efeitos de politicas corporativas variam de lugar pra lugar. Provavelmente nos EUA, terra da Dra Linn, sejam muito mais nefastos. A cultura americana é cheia de excessos negativos e o consumo reflete isso também. Aqui no nosso Brasil, temos vários níveis mas não acredito, sinceramente, que o mundo seria melhor sem o consumo, a propaganda, o marketing...
Alias, sei que muitos q lêem meus posts e outros que não, sonham em ter seu próprio negócio, em serem empresários e terão de lidar com estes mesmo dilemas. talvez muito entrem na ilusão de que "eu serei diferente" ou "meu produto faz bema todos..." e aprenderemos todos que uma situação é feita de vários lados.
Pra encerrar, uma questão q concordo com os críticos é quanto a limites éticos e morais, mas isso deixo pra outra ocasião...
abraços
sábado, 15 de agosto de 2009
Anúncio da Peter Food
Pessoal, estou postando dois anúncios de uma série de vários q estou fazendo para empresa de suplemento alimentar Peter Food. Está sendo um relacionamento muito bom pois o cliente é ótimo e estou gostando muito do resultado.
Esta primeira saiu nas revistas Sport life #91 e Treino #38, feita com traço em nanquim e cor no Photosop CS3

A segunda saiu na Sport life #93 e treino #39, feita em traço e pintada no Photoshop CS3 e Painter IX.

Em breve, posto o próximo que acabei de terminar (feita totalmente no painter) e que acho q ficou um dos meus melhores trabalhos !
abs
Esta primeira saiu nas revistas Sport life #91 e Treino #38, feita com traço em nanquim e cor no Photosop CS3

A segunda saiu na Sport life #93 e treino #39, feita em traço e pintada no Photoshop CS3 e Painter IX.

Em breve, posto o próximo que acabei de terminar (feita totalmente no painter) e que acho q ficou um dos meus melhores trabalhos !
abs
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
O que acontece com a ilustração??
Acompnhando os posts do ilustragrupo, agora com um novo tópico sobre tabelas, percebo uma ligação entre tudo que vem sendo discutido de forma que uma pergunta me vem a cabeça:
- O que acontece com a ilustração qual o papel do ilustrador hj?
Na verdade são duas perguntas mas a partir dessas outras surgem: O que é ser ilustrador hoje? Qual o mercado para ilustração? O que eu ganho sendo ilustrador?
Percebo sempre muitos posts recheados de considerações muito mais emocionais do que práticas defendo uma áurea mística e simbólica dentro da ilustração, que não vejo ser compartilhada por leigos.
Lembro um tópico antigo no qual discutíamos como explicar quem éramos e o que era nossa profissão. Nunca vi um engenheiro, um dentista, um advogado passar por isso. Por que??
Ora, nossa profissão é uma das mais antigas. Antes da invenção da fotografia, na segunda metade do sec. XIX, todo o registro visual era feito através de imagens e pinturas. O ser humano sempre foi muitíssimo mais visual q qualquer outra coisa. Uma imagem realmente fala mais q mil palavras.
Então, onde (ou quando) foi que o caldo desandou??
Bom, eu não tenho respostas pra essas perguntas, mas algumas coisas que vejo me mostram que a ilustração vai mal das pernas. Dependendo de onde vc olhar, com certeza irá concordar comigo.
Acredito q a resposta /solução para assuntos como cursos vazios (ou poucos cursos existentes), tabelas com valores irrisórios, concursos pilantras que prometem “visibilidade” ( o trouxa do ano), além dos problemas crônicos como contratos e orçamentos está em um só lugar: A NÃO- VALORIZAÇÃO COMERCIAL DA ILUSTRAÇÃO.
Não é uma valorização artística ( o cinema começou a dar dinheiro qdo deixou de querer ser “arte” e passou a ser “comercial”), é uma valorização comercial, pratica, dentro do ciclo econômico. ILUSTRAÇÃO É PRODUTO!!! É uma peça importante na engrenagens de vários setores. Isso é fato!!!
O que seria da propaganda sem a ilustração? E as embalagens? E o design? E o mercado editorial? O que aconteceria se todos os ilustradores decidissem cruzar os braços e não desenhar mais?
• Para aqueles q responderem q se usa foto, comparar foto com ilustração é como comparar frango com pombo.
Sempre dizia pro Montalvo que acho q os ilustradores deveriam agir como os produtores de petróleo do Oriente, que mandam e desmandam no mercado, afinal, se lês não venderem, o mundo para. Ao invés disso, vejo q vendemos um produto importantíssimo e nos sujeitamos a situações ridículas, como ficar brigando pra receber 5% (UAU) ao invés de 2% numa negociação de royalt de livro, ou tentando justificar que uma capa da veja deve valer R$ 800,00 e não R$ 500,00 (sem contar a novela do contrato). Ora, quem é a pessoa mais importante numa peça que tem de ter ilustração (e não há tantas alternativas assim), a única q não pode faltar? É o autor, simples assim !!! Um livro não se escreve, ou ilustra sozinho? Talvez consiga se usar foto, mas como fotografar uma batalha q aconteceu na Grécia há mil anos? E pros desavisados, 3D também é ilustração, o Newton que o diga.
Falta união, corporativismo, malícia entre os ilustradores. A maioria odeia “sujar as mãos”. Associação: to fora; sindicato: é coisa de petista metalúrgico... Quando foi a última vez que reuniu-se ilustradores pra discutir medidas e soluções de cunho trabalhista, profissional (sem ter uma exposição, vinho ou bistecada)? Ah, não isso eu to fora... eu sou ilustrador, sou vip, to com a vida feita. Já li um post em outra lista na qual um conhecido ilustrador dizia que melhor coisa era se reunir pra discutir arte, sem assuntos de contratos ou orçamentos... Legal... bonito pra caramba, todo mundo com a vida ganha...
É mister que tenhamos uma consciência comercial profunda, espírito empreendedor, planejamento administrativo e profissional. Ninguém o fará por nós. Os donos das editoras não são escritores ou artistas, são homens de negócio, assim como os donos de agência, e para eles é ótimo que continuemos pondo nossa paixão, nosso amor pelo que fazemos na frente de nossos direitos básicos como cidadãos.
Tem advogado que cobra um salário mínimo só pra escutar seu problema !!! Lindo isso (pra ele, logicamente). Médicos fazem a mesma coisa. Nós temos de comprovar nosso expertise para mandar um orçamento (?????)...
Acredito q uma reestruturação, reavlorização e fomento da ilustração como um produto de valro comercial e alto valor agregado trará automaticamente uma revalorização do profissional e seu consequente ganho.
Cabe a cada um dessa área entender o valor do que faz e tornar isso sua primeira apresentação. Assim, ao negociar e produzir um produto valorizado no mercado, o rendimento e a qualidade irão crescer também.
abraços
- O que acontece com a ilustração qual o papel do ilustrador hj?
Na verdade são duas perguntas mas a partir dessas outras surgem: O que é ser ilustrador hoje? Qual o mercado para ilustração? O que eu ganho sendo ilustrador?
Percebo sempre muitos posts recheados de considerações muito mais emocionais do que práticas defendo uma áurea mística e simbólica dentro da ilustração, que não vejo ser compartilhada por leigos.
Lembro um tópico antigo no qual discutíamos como explicar quem éramos e o que era nossa profissão. Nunca vi um engenheiro, um dentista, um advogado passar por isso. Por que??
Ora, nossa profissão é uma das mais antigas. Antes da invenção da fotografia, na segunda metade do sec. XIX, todo o registro visual era feito através de imagens e pinturas. O ser humano sempre foi muitíssimo mais visual q qualquer outra coisa. Uma imagem realmente fala mais q mil palavras.
Então, onde (ou quando) foi que o caldo desandou??
Bom, eu não tenho respostas pra essas perguntas, mas algumas coisas que vejo me mostram que a ilustração vai mal das pernas. Dependendo de onde vc olhar, com certeza irá concordar comigo.
Acredito q a resposta /solução para assuntos como cursos vazios (ou poucos cursos existentes), tabelas com valores irrisórios, concursos pilantras que prometem “visibilidade” ( o trouxa do ano), além dos problemas crônicos como contratos e orçamentos está em um só lugar: A NÃO- VALORIZAÇÃO COMERCIAL DA ILUSTRAÇÃO.
Não é uma valorização artística ( o cinema começou a dar dinheiro qdo deixou de querer ser “arte” e passou a ser “comercial”), é uma valorização comercial, pratica, dentro do ciclo econômico. ILUSTRAÇÃO É PRODUTO!!! É uma peça importante na engrenagens de vários setores. Isso é fato!!!
O que seria da propaganda sem a ilustração? E as embalagens? E o design? E o mercado editorial? O que aconteceria se todos os ilustradores decidissem cruzar os braços e não desenhar mais?
• Para aqueles q responderem q se usa foto, comparar foto com ilustração é como comparar frango com pombo.
Sempre dizia pro Montalvo que acho q os ilustradores deveriam agir como os produtores de petróleo do Oriente, que mandam e desmandam no mercado, afinal, se lês não venderem, o mundo para. Ao invés disso, vejo q vendemos um produto importantíssimo e nos sujeitamos a situações ridículas, como ficar brigando pra receber 5% (UAU) ao invés de 2% numa negociação de royalt de livro, ou tentando justificar que uma capa da veja deve valer R$ 800,00 e não R$ 500,00 (sem contar a novela do contrato). Ora, quem é a pessoa mais importante numa peça que tem de ter ilustração (e não há tantas alternativas assim), a única q não pode faltar? É o autor, simples assim !!! Um livro não se escreve, ou ilustra sozinho? Talvez consiga se usar foto, mas como fotografar uma batalha q aconteceu na Grécia há mil anos? E pros desavisados, 3D também é ilustração, o Newton que o diga.
Falta união, corporativismo, malícia entre os ilustradores. A maioria odeia “sujar as mãos”. Associação: to fora; sindicato: é coisa de petista metalúrgico... Quando foi a última vez que reuniu-se ilustradores pra discutir medidas e soluções de cunho trabalhista, profissional (sem ter uma exposição, vinho ou bistecada)? Ah, não isso eu to fora... eu sou ilustrador, sou vip, to com a vida feita. Já li um post em outra lista na qual um conhecido ilustrador dizia que melhor coisa era se reunir pra discutir arte, sem assuntos de contratos ou orçamentos... Legal... bonito pra caramba, todo mundo com a vida ganha...
É mister que tenhamos uma consciência comercial profunda, espírito empreendedor, planejamento administrativo e profissional. Ninguém o fará por nós. Os donos das editoras não são escritores ou artistas, são homens de negócio, assim como os donos de agência, e para eles é ótimo que continuemos pondo nossa paixão, nosso amor pelo que fazemos na frente de nossos direitos básicos como cidadãos.
Tem advogado que cobra um salário mínimo só pra escutar seu problema !!! Lindo isso (pra ele, logicamente). Médicos fazem a mesma coisa. Nós temos de comprovar nosso expertise para mandar um orçamento (?????)...
Acredito q uma reestruturação, reavlorização e fomento da ilustração como um produto de valro comercial e alto valor agregado trará automaticamente uma revalorização do profissional e seu consequente ganho.
Cabe a cada um dessa área entender o valor do que faz e tornar isso sua primeira apresentação. Assim, ao negociar e produzir um produto valorizado no mercado, o rendimento e a qualidade irão crescer também.
abraços
sexta-feira, 3 de julho de 2009

Saiu agora no mês de Maio o número 4 da antologia de HQ independente norte-americana Slam Bang, a qual contém a história "O diabo é o Pai do Rock", no inglês traduzida como "Devils Rock", feita por mim e pelo meu amigo e parceiro Alberto Pessoa.
Esta HQ será publicada aqui no Brasil (sabe Deus quando) na próxima Front, tema música, sendo q ela já saiu na Bolívia e Polônia!
Para acessar o site da editora da Slam Bang, clique aqui.
Abs
Mancuso
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